Estado analisa pedido para tornar obrigatória a presença de alunos em sala de aula

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O SINEPE/RS (Sindicato do Ensino Privado) apresentou três pedidos ao Centro de Operações de Emergência do Estado (COE-Estadual) para o retorno das atividades de ensino. O Sindicato defende que a volta às aulas ocorra de forma presencial e que seja obrigatória – exceto a alunos do grupo de risco.


A medida valeria para as escolas públicas e privadas de Ensinos Fundamental, Médio e Superior.


Outro pedido é que o setor possa trabalhar com o sistema de cogestão de bandeiras, assim como já acontece com os demais setores, a fim de que as instituições de ensino possam seguir normas da bandeira menos restritiva. Os pedidos apresentados ao COE-Estadual foram levados ao Gabinete de Crise e uma nova reunião será marcada para tratar do assunto.


A questão será analisada e o Governo do Estado deve se posicionar nos próximos dias.

Conforme calendário sugerido pelo Sinepe/RS, a volta às aulas na rede privada inicia no dia 22 de fevereiro. Como se trata de uma sugestão, as instituições de ensino têm autonomia para definir a data de retorno, desde que cumpridos os 200 dias letivos.


De acordo com o presidente do SINEPE/RS, Bruno Eizerik, o retorno gradual às aulas presenciais em 2020 foi muito importante para a organização do novo ano letivo, pois permitiu a instituições e famílias se adaptar aos protocolos. “No último ano, não houve registro de surtos ou aumento nos casos de covid-19 em função da volta às aulas. Isso gera maior confiança. Nosso pedido é para que as famílias confiem nas instituições por elas escolhidas.” Eizerik reforça que as escolas privadas não abrirão suas portas se não estiverem preparadas para oferecer o máximo de segurança à comunidade escolar, e que alunos e colaboradores do grupo de risco continuarão sendo atendidos de forma remota.

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