Assassinato de Marielle Franco completa mil dias sem respostas

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Crime aconteceu em 14 de maio de 2018 e segue sem que tenha sido apontado um mandante ou o motivo da execução.


Movimentos sociais, coletivos, ONGs, partidos políticos e ativistas de várias partes do mundo devem realizar no dia de hoje manifestações para cobrar mais uma vez o esclarecimento do assassinato da então vereadora carioca Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes.


A partir das 14h, haverá pronunciamento de parlamentares em todo o país sobre os 1.000 dias sem explicações. "A nossa expectativa é de que possamos reunir o máximo de pessoas em prol dessa energia que a nossa família merece e precisa, para continuar seguindo e pedindo justiça pela Mari e pelo Anderson", informou Anielle Franco, irmã de Marielle e fundadora do instituto Marielle Franco. "É uma manifestação no caráter de apoiar a família e todos que acreditam na Mari, as mulheres que estão sendo eleitas e ameaçadas".


Marielle e Anderson foram assassinados quando 13 tiros foram disparados contra o carro em que estavam, no centro do Rio de Janeiro. Marielle Franco morreu aos 38 anos e não chegou a completar um ano de mandato. Ela havia sido eleita vereadora para a Legislatura 2017-2020, com 46.502 votos. Política e socióloga, ela denunciava casos de violência policial nas periferias do Rio e era defensora dos direitos humanos.


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